O viajante está feliz. Nunca na vida teve tão pouca pressa. Senta-se na
beira de um destes túmulos, afaga com as pontas dos dedos a superfície
da água, tão fria e tão viva, e, por um momento, acredita que vai
decifrar todos os segredos do mundo. É uma ilusão que o assalta de
longe em longe, não lho levem a mal.

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